27 dezembro, 2008

Através dos olhos dele!

Manifesto Eu, Casmurro

Aí vindes outra vez, inquietas sombras!

Mas falto eu mesmo, e essa lacuna é tudo!

Não posso. Não tenho jeito. Não gosto.

Se o rosto é o mesmo, a fisionomia é diferente.

Eu poderia pentear seus cabelos se quisesse...

Mas eu gosto de mamãe!

Enquanto eu olhava mesmo para o chão

Mas nada me consola daquele soneto que não fiz.

Há algum exagero nisso, mas não se esqueças que era emoção do primeiro amor

Por exemplo, agora que contei um pecado diria com muito gosto alguma bela ação, se me lembrasse...mas não me lembro!

O destino não é só dramaturgo, é também contra-regra, isto é, designa a entrada dos personagens em cena.

Mas os olhos que lhe deitei, se pudessem matar, teriam resolvido tudo.

Deixei meu corpo fazer o que pudesse.

Tu serás feliz Bentinho!

Há coisas que não se dizem

Agora lembrava-me de tudo, o que então me pareceu nada.

Que a terra lhes seja leve!

20 dezembro, 2008

À tardinha!


Ainda espero encontrá-lo sentado na mesma cadeira de quando fui ao banheiro. Sorrindo, branco, a me observar. Escolhe os discos e a trilha sonora. Diz que conhece o autor pessoalmente - O autor do que mesmo? - me pergunto. Não fará diferença quando contemplarmos o pôr-do-sol, e minha cabeça repousar no teu peito! Aí então, eu saberei.

31 agosto, 2008

vontade que rege tudo...

Estremeço
da obra-prima
que me basta
a admiração.
Não consigo
a distância é
enorme
a proximidade
nos torna
irmãos.
O perdão
(talvez pudesse me dar)
do tempo em que
era menino
e podia me amar.

04 julho, 2008

Wall-E


A VIDA É DOCE...

03 junho, 2008

Ensaio - Final

A Traição

“I am not who I am”
Fala da personagem Iago em Otelo, de William Shakespeare


Como anunciava a tempestade “seca, terrível e medonha”, algo de muito terrível estava para acontecer. A noite cai e com ela a chuva, os trovões e os relâmpagos, logo uma descarga elétrica que parte uma árvore e a derruba ferindo um aventureiro. O mesmo arruma forças para se confessar antes de falecer. Na sua confissão, o moribundo revela um segredo a Fr. Ângelo di Luca. Um mapa que levaria às minas de prata que guardavam tanto metal “que se poderia calçar as ruas de Lisboa”. O frade tomado pela ganância demonstra tanto contentamento que chega a quebrar uma cruz para apoderar-se do pergaminho. Podemos pensar essa como a primeira traição de Loredano, que até então se dedicava unicamente aos preceitos de Deus, e agora havia traído não só a sua fé, mas também a si mesmo. Assumindo pouco depois sua nova personalidade, Loredano chamava-se agora.

Esse audaz aventureiro bolara seu grande plano e tentava convencer dois outros homens a colocá-lo em prática. Como os dois se mostravam muito espertos e pouco confiantes, Loredano lhes confessou ter escrito um testamento em que revelava toda a sórdida trama e entregava os dois como seus ajudantes. Sem pestanejar, os aventureiros decidiram por executarem o plano. O testamento fora confiado a D. Antônio, uma vez que o italiano conhecia o caráter do nobre. E na verdade, traindo seus companheiros antes que fosse traído, indicou no testamento Bento Simões e Rui Soeiro como os mandantes.

“Somente nesse papel, em vez de ter revelado o seu plano, como o italiano dissera a Rui Soeiro, ele havia apenas indicado a traição dos dois aventureiros, declarando-se seduzido por eles; o frade mentia pois até na hora extrema em que o papel devia falar.”(7)

E assim o ex-frade conquista outros homens para levar seu plano adiante, só não contava com o arrependimento deles. Sentimento que o condena à morte. Seus companheiros decidem queimá-lo na fogueira, e quando esse pensa que sua punição terminaria aí, os aventureiros tomam-lhe seu precioso tesouro. Está consumado agora seu fim. Sua traição tão bem planejada não contava com a redenção daqueles que para ele eram fiéis ao dinheiro e nada mais. Talvez Alencar tentasse nos dizer que na nação que surgia ali não havia espaço para aventureiros sem escrúpulos.


Notas


(1) Alencar, José de. O Guarani. Cotia, São Paulo. Ateliê Editorial, pág.113.
(2) Idem, pág. 113.
(3) Idem, pág. 114.
(4) Idem, pág. 114.
(5) Idem, pág. 58.
(6) Idem, pág. 60.
(7) Idem, pág. 197

31 maio, 2008

Ensaio - Parte lll

Licor na moringa


A fidelidade de D.Antônio de Mariz em relação a Portugal mostra-se forte e constante e em nenhum momento há de se duvidar dela. Sua dedicação é tão evidente que mesmo tendo fixado residência em terra estrangeira, considera-se legítimo português e serve à sua pátria, só à ela. Apenas negando-se a servi-la quando essa se encontra sob domínio espanhol, e, portanto não é mais a nação que serviços sempre prestou.

“Aqui sou português! Aqui pode respirar à vontade um coração leal, que nunca desmentiu a fé do juramento. Nesta terra que me foi dada pelo meu rei, e conquistada pelo meu braço, nesta terra livre, tu reinarás, Portugal, como viverás na alma de teus filhos. Eu o juro!”(5)

A posição de nobre fidalgo e português lídimo, imposta por D. Antônio, era aceita por muitos, incontestada por alguns e abominada por um. D. Lauriana era fiel a seu esposo, tanto que se discordasse de alguma decisão, não tinha como argumentar, mesmo que essa ferisse seu instinto materno. Peri era seu servo mais fiel, muita da sua lealdade se dava ao fato de Cecília respeitar ao pai acima de todas as coisas. E se Peri lhe é leal, então Peri também o é. D. Diogo apesar de pequena, porém crucial, participação no romance, deve respeito ao pai e lhe é fiel na sua decisão de servir Portugal. Esses, assim como outros, obedecem às regras instituídas pelo rico fidalgo de solar e brasão. Alguns por pura falta de opção; Loredano e seus comparsas, só até o momento de sua traição.

“Para D. Antônio e para seus companheiros a quem ele havia imposto sua fidelidade, esse torrão brasileiro, esse pedaço de sertão, não era senão um fragmento de Portugal livre, de sua pátria primitiva: aí só se reconhecia como rei ao duque de Bragança, legítimo herdeiro da coroa; e quando se corriam as cortinas do dossel da sala, as armas que se viam eram as cinco quinas portuguesas, diante das quais todas as frontes inclinavam.”(6)

30 maio, 2008

Ensaio - Parte ll

Fidelidade e Traição

Atento ao meu amor


“Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure”

De Soneto de Fidelidade, Vinicius de Moraes.



Para falar com alguma propriedade aqui está a definição de fidelidade do dicionário Aurélio que nos pode ser usada:

Fidelidade.[Do lat. Fidelitate.] S. f. 1. Qualidade de fiel;lealdade. 2. Constância, firmeza, nas afeições, nos sentimentos; perseverança.
Partindo daí, enxergo no romance de Alencar três grandes tipos de fidelidade a uma mesma personagem, Ceci. Loredano, Álvaro e Peri são fiéis à Cecília de maneiras diferentes. No primeiro, essa fidelidade se apresenta junto com um ciúme doentio e um sentimento de posse e conquista que o faz pensar e agir como se tivesse acometido de doença mental. Não mede as conseqüências, apesar de ter planos muito bem traçados para alcançar seu objetivo a todo custo. Cecília para este, é como um prêmio, e como o maior dos prêmios, lhe deve ser entregue no final junto com o atestado que prova sua exclusividade. Sua lealdade exerce papel de suma importância uma vez que vai servir-lhe para garantir que Ceci não será tocada por mais ninguém. Assim, escreve Alencar:

“Em Loredano, o aventureiro de baixa extração, esse sentimento era um desejo ardente, uma sede de gozo, uma febre que lhe queimava o sangue: o instinto brutal dessa natureza vigorosa era ainda aumentado pela impossibilidade moral que a sua condição criava, pela barreira que se elevava entre ele, pobre colono, e a filha de D. Antônio de Mariz, rico fidalgo de solar e brasão.”(1)

Álvaro demonstra toda sua fidelidade na sua infinita ânsia de trocar um olhar com Cecília, ou fazê-la aceitar um presente. O sentimento de fidelidade despertado aqui faz com que o cavalheiro seja quase um vassalo do sorriso da garota. Álvaro a ama, e esse amor o faz pensar ser recíproco, então espera, lealmente o dia em que Ceci finalmente aceitará seus presentes. O sentimento enche de poesia a mente do homem que segue fiel à sua dama.

“Em Álvaro, cavalheiro delicado e cortês, o sentimento era uma afeição nobre e pura, cheia de graciosa timidez que perfuma as primeiras flores do coração, e do entusiasmo cavalheiresco que tanta poesia dava aos amores daquele tempo de crença e lealdade.”(2)

E por último a fidelidade de Peri que se manifesta junto ao sentimento de adoração. O índio vê a menina como uma santa e para ele esse sagrado deve ser preservado e protegido a todos os instantes, mesmo que para isso ele tenha que sacrificar a própria vida. Sua dedicação e lealdade não esperam de Cecília qualquer coisa em retorno, só seu contentamento vale o esforço sobre humano que nosso herói tem. Qualquer pensamento expressado pela garota é imediatamente realizado por Peri, e nada pode ser muito para ele, nem onça, nem quedas altíssimas, nem inimigos a rodo.

“Em Peri o sentimento era um culto, espécie de idolatria fanática, na qual não entrava um só pensamento de egoísmo; amava Cecília não para sentir um prazer ou ter uma satisfação, mas para dedicar-se inteiramente a ela, para cumprir o menor dos seus desejos, para evitar que a moça tivesse um só pensamento que não fosse imediatamente uma realidade.”(3)

No capítulo intitulado Amor temos o resumo de como esse sentimento se caracteriza em cada uma das três personagens já mencionadas acima. Pensar que o amor não existe sem a fidelidade seria plausível tomando como princípio à constância do sentimento. Quem ama, ama sempre, por mais que alguns momentos esse sentimento se misture a outros, ele permanece lá. Assim temos aqui, nas palavras de José de Alencar, o resumo.

“Loredano desejava; Álvaro amava; Peri adorava. O aventureiro daria a vida para gozar; o cavalheiro arrostaria a morte para merecer um olhar; o selvagem se mataria, se preciso fosse só para fazer Cecília sorrir.”(4)

29 maio, 2008

Ensaio - Parte l


RESOLVI FAZER ALGO QUE AINDA NÃO TINHA FEITO AQUI!!!POSTAR UM ENSAIO!
ESTE É SOBRE "O GUARANI" DE JOSÉ DE ALENCAR. VOU POSTÁ-LO POR PARTES.
MINHA AUTORIA.TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.AO PÚBLICO.AFINAL, DE GRÁTIS É SEMPRE MELHOR!!!




O Encontro e a Perda na densa mata




"Quando me encontro no calor da luta
Ostento a agida empunhadora à proa
Mas meu peito se desabotoa
E se a sentença se anuncia bruta
Mais que depressa a mão cega executa
Pois que senão o coração perdoa"

De Fado Tropical, Chico Buarque e Ruy Guerra



Não é à toa que O Guarani (1857), romance folhetinesco de José de Alencar, tornou-se sua obra mais lida. Durante toda a história de ganchos fortíssimos elaborados a fim de ganhar a atenção dos leitores, Alencar consegue transpor sutilmente um Brasil de misturas. O autor implica símbolos representantes da invenção de um país que, entre lutas e caprichos, ainda irá cumprir seu ideal.



A Dicotomia Refletida


Se alguns "tipos" são expostos em O Guarani, outros são reinventados. Na obra de Alencar, o tradicional se opõe várias vezes ao novo, mas uma em especial salta aos olhos, quando a imagem que é posta diante de nós traz cheiros, sons e cores incapazes de serem recriados por nossas mentes. Isso ocorre na descrição do cenário. A natureza brasileira que serve de fortaleza para a casa de D. Antônio de Mariz. Os móveis que compõem a sala são tradicionalmente Portugueses e são muitas vezes confeccionados com materiais da nossa terra. Tudo o que há da nossa natureza parece bem servir o tradicional conquistador. E mais uma vez nesta imagem, temos a doce relação dos contrários.

Também estão bem representadas aqui as figuras do Aventureiro e do Trabalhador. Os mesmos mereceram um capítulo inteiro no livro Raízes do Brasil (1936) de Sérgio Buarque de Holanda e serão aqui resumidos. O Aventureiro se caracteriza por aquele que tem repulsa ao trabalho regular e atividades utilitárias e vê grande mérito na conquista, ou seja, no objeto final. O trabalhador se inspira na moral fundada no trabalho rotineiro e construtor, e enxerga o desafio como fundamental. Assim, nessa obra temos melhor representado como o Aventureiro, Loredano e como o Trabalhador, D. Antônio de Mariz, e até mais que isso, com sua verdadeira fidelidade e dedicação ao reino de Portugal. E para essa dicotomia, reservei esse ensaio.

25 maio, 2008

Maori

Povo lindo!
Amo muito essa cultura!

Essa, pra quem não conhece, é uma das danças mais tradicionais dos maoris!Aqui em um comercial performada por gingerbread cookies!
então Ata marie ou Po marie pra vocês!
beijo no coração!




Ka mate, ka mate! ka ora! ka ora!
Ka mate! ka mate! ka ora! ka ora!

Tēnei te tangata pūhuruhuru

Nāna nei i tiki mai whakawhiti te rā

Ā, upane! ka upane!

Ā, upane, ka upane, whiti te ra!

23 maio, 2008

Um hino à musique!




Non, je ne regrette rien
Edith Piaf


Non!
Rien de rien...
Non !
Je ne regrette rien
Ni le bien
Qu’on m’a fait,
Ni le mal,
Tout ça m’est bien égal !
Non!
Rien de rien...
Non !

C’est payé,
Balayé,
Oublié,
Je me fous du passé !
Avec me souvenirs
J’ai allumé le feu,
Mes chagrins, mes plaisirs,
Je n’ai plus besoin d’eux !

Balayé les amours,
Avec leurs trémolos,
Balayés pour toujours
Je repars à zéro...

Non!
Rien de rien...
Non !
Je ne regrette rien
Ni le bien
Qu’on m’a fait,
Ni le mal,
Tout ça m’est bien égal !
Non!
Rien de rien...
Non !

Car ma vie,
Car mes joies,
Aujourd’hui,
Ça commence avec toi !

20 maio, 2008

Blu!

blublu.org/


MUITO BOM!!!

Acho que vale a pena perder uns minutinhos da sua vidinha tão significante!!!



MUTO a wall-painted animation by BLU from blu on Vimeo.

18 maio, 2008

21 abril, 2008

Instáveis...


"Há que existir tamanho perdão
Há que chover palavras doces
Há que existir um caminho
o meu caminho de verdades infinitas."

"Abro as janelas
e solto meu pesar
que supérfluas
se tornem minhas expectativas
para que o momento
seja espremido
no sumo do que é mais real
e que seja razão
o meu ser."

07 abril, 2008

Graffiti







Muito boas!
A arte no mundo!

Teoria da Evolução





Adorei!!!
Acho que vou pendurar um na parede da sala!!

06 abril, 2008

Cofrinho é a nova moda!!!




Por que a obssessão com cofrinhos??? Inúmeros blogs povoam a net e muitos tem como tópico este assunto(inclusive o meu hoje!)
Sinceramente, é só mais uma parte do corpo. Na verdade nem é uma parte inteira. E na maioria das vezes não é nem atrativo. Lembre-se daquele borracheiro mostrando o cofrinho...

Eis aqui uma definição que achei no wikipedia:

sm. 1. Área corporal de tamanho variável situada na interseção entre as nádegas e a região pré-lombar, em geral exposta por descuido com vestes de cintura baixa, ocasionando a exibição parcial ou completa das partes íntimas traseiras do indivíduo desatento. 2. Parte integrante e indissociável da expressão de cunho popular “Pagar cofrinho".

Como saber se a pessoa não está pagando cofrinho propositalmente???
Devemos avisar o indivíduo desatento???

Não vejo nada demais em mostrar o cofrinho,assim como outras partes. Não aviso e não gosto de ser avisada. Não tenho como pagar por uma moda que só faz calças de cintura baixa(ou pior ainda a volta da cintura alta,suuuuper alta, a famigerada saint-tropeito).

Abaixo a repressão!

Deixem os cofrinhos em paz!!

Cuidem das suas vidas e quem quiser deixá-los à mostra, que os deixem. Bom senso é essencial, mas cada um na sua. E digo mais, deixem em paz também os sutiãs. É meu direito ,conquistado em muitas fogueiras, querer ou não usar o sutiã!

Mas se ainda assim você não se sentir confortável o suficiente para sair de casa correndo o risco de "pagar cofrinho", recomendo a compra do produto mencionado no vídeo abaixo!


http://br.youtube.com/watch?v=NsuPhQfoIgA

Você pode assistir a esse vídeo no youtube, já que a besta aqui não consegue postar!

30 março, 2008

Tempo

Ahhhhh

O Tempo!

01 março, 2008

Nada se cria!


Quem me conhece sabe o quanto eu gosto de vinil!!

E a coleção só aumenta!!

quem tiver uns pra vender...


Mas essas capas eu recebi por email e amei!!

Agora quero fazer as minhas!!

Oficial!

Achei que faltou aqui meu anúncio oficial!
Hoje é o primeiro dia da minha vida sem álcool!
Que fique bem claro!
Não entrei pra nenhuma seita ou religião!
Não foi promessa!

Fí-lo porque quí-lo!

Acho que serei mais feliz assim!

Participando ativamente da vida real!!

hahahahahahaha

Apesar disso, continuo viva e topo as saídas!!
Com o mesmo pique e o mesmo senso de humor"ha"
só que dando menos trabalho!!!

Eu escolher esse daqui...

Silêncio!
Suspiro!
Como será meu filho quando ele crescer?
Essa semana já faz 4 anos!
Quatro anos e nove meses que ele faz parte da minha vida,da minha rotina, dos meus anseios, dos meus sonhos!
E ainda há um egoísmo inerte,inefável,inescrupuloso.
Esse que me faz não querer!
não querer participar, não querer sentir,não querer exprimir, não querer sofrer.
Afinal, o que será melhor?
Ter certeza me parece tão desumano.
Mesmo assim prefiro que seja claro. Que não restem dúvidas. Que eu possa chegar ao mais próximo da verdade sem prejudicar ninguém.
Tomar decisões.
Mesmo querendo me abster, algo sempre acontece me pondo de volta a condição dependente!
Não posso!Basta!
Não quero!
Não vou!

Mas me agradaria muito vê-lo sorrir diante de minhas repetições aparentemente sem sentidos!

24 fevereiro, 2008

Plagiando minha própria alma.

Ainda tentando me desvincular, dou de cara com um caderno de anotações da adolescência. A primeira sensação é de êxtase total. As lembranças são inúmeras. Afinal, ele vivia comigo. Viajava comigo. No período em que fiquei sem falar, foi através dele que comuniquei com o mundo. Por isso, querido blog, lhe transfiro as honras. Minha nova versão do caderninho azul! Muito mais moderna, mais comedida. E que você, não pode deixar de ler!

23 fevereiro, 2008

Basta estar vivo...

Quero apagar tudo!
Esquecer!
Eis que me surge a idéia de escrever.
E o que é escrever senão registrar.
Por que não publicar?


Às sincronicidades,

meu muito obrigada!

Afinal, é preciso se apegar a algo. Impossível é viver completamente livre em um mundo que nos faz tão dependentes. Desejaria alguém escapar das armadilhas e a vida lhe daria uma lambada. Os ciclos que se completam na natureza tão sublime. O prosaico café.

A vida é multicolorida!
Estou aqui para celebrar a vida!
Os encontros e desencontros que esta nos proporciona!

Amigos, colegas e ilustres desconhecidos que passam desapercebidos,


Esse blog não é mais do que um mero acaso. Tanto quanto a sua presença aqui!

E eu vos saúdo!!!!!!