24 fevereiro, 2008
Plagiando minha própria alma.
Ainda tentando me desvincular, dou de cara com um caderno de anotações da adolescência. A primeira sensação é de êxtase total. As lembranças são inúmeras. Afinal, ele vivia comigo. Viajava comigo. No período em que fiquei sem falar, foi através dele que comuniquei com o mundo. Por isso, querido blog, lhe transfiro as honras. Minha nova versão do caderninho azul! Muito mais moderna, mais comedida. E que você, não pode deixar de ler!